Curiosidades

Novo Blog da Agência Espaço

Está no ar, o novo Blog da Agência Espaço. Totalmente personalizado e incorporado ao nosso site.

Portanto, visitem e compartilhem com seus amigos, pois em breve este será desativado!

www.agenciadepublicidade.net/blog/


Diagramação e Criação

Diagramação é o ato de diagramar e diz respeito a distribuir os elementos gráficos no espaço limitado da página impressa ou outros meios.

A diagramação é aplicada em diversas mídias como jornais, livros, revistas, cartazes, sinalização, web sites, inclusive na televisão.

A diagramação de publicações costuma seguir as determinações de um projeto gráfico, para que, entre outras coisas, se mantenha uma identidade em toda a publicação.

Um meio de comunicação bem diagramado, passa ao leitor uma boa impressão. É sempre muito importante expor matérias e anúncios em harmonia e de forma agradável.

A Espaço oferece:

- Criação

- Sugestão de Pauta

- Diagramação

- Revisão

- Arte Final

- Logística de distribuição 

Preços especiais para 2011.

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As Redes Sociais e as Empresas

As redes sociais estão há algum tempo sendo um ponto muito importante nas estratégias de comunicação das empresas. No entanto, pouco se sabe sobre os benefícios desta estreita relação com as empresas e as mudanças que ela causou nos paradigmas de gestão de negócios tradicionais.

A Comunicação 2.0 é claramente uma abordagem social. Em outras palavras, isso significa que são os próprios usuários e consumidores que criam conteúdos na Internet sendo as redes sociais um dos principais instrumentos para isso. As empresas não podem se isolar desta realidade, e devem compreender que os novos clientes não são passivos. Pelo contrário, cada vez passam mais informações sobre os produtos e expressão as suas opiniões sobre essas novas plataformas digitais.

Novos paradigmas na gestão empresarial

Para poder aproveitar bem este cenário, as empresas devem valorizar todos os contatos com os consumidores através das redes sociais, mas essas empresas não devem se preocupar a primeira vista em medir a importância sobre o ROI, aumento do número de visitas (embora estes indicadores sejam importantes). É necessário fornecer um valor real: devemos primeiro buscar ouvir nossos futuros cliente ou potenciais clientes e a partir daí começarmos a trabalhar nas estratégias que nos trarão algum valor.

Logicamente, esta visão é uma forte mudança de paradigma em relação aos modelos tradicionais de gestão corporativa, e a relação de redes sociais e as empresas. O novo cenário exige necessariamente uma gestão mais horizontal, além de um ambiente propício à colaboração, inovação e transparência.

As empresas que mudam

As redes sociais também têm muito a oferecer. Elas melhoram o relacionamento entre os funcionários e promovem o trabalho em equipe, desde que sejam corretamente orientadas. Elas também são uma ótima ferramenta para fortalecer os relacionamentos com clientes, parceiros e funcionários, permitindo localizar e compartilhar informações importantes e gerar um circuito de comunicação, o que permite que a empresa mostre que é uma organização aberta à sociedade.

Fonte: http://midiaboom.com.br/


Logo das Olimpíadas 2016

Acima, imagem do logo escolhido para representar as olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. ”Em formato tridimensional, que mostra pessoas dando as mãos e fazendo o desenho do Pão de Açúcar, em uma espécie de abraço, a marca foi escolhida por refletir os pilares exigidos pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que deveriam transmitir a cultura local, o jeito apaixonante do carioca e do brasileiro de celebrar, projetar a imagem do Rio e do Brasil e promover a marca Brasil no mundo, além de, claro, se alinhar aos valores olímpicos, mantendo-se atual até 2016, quando acontecem os jogos”, segundo o site M&M Online. Abaixo, o vídeo com o desenvolvimento e criação da marca:

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Mídia social – a oportunidade que sua empresa buscava

A web 2.0 não é apenas uma evolução da web, é uma combinação de tecnologia da informação, redes sociais, novas linguagens e acesso à informação a todo vapor.

Com o surgimento desse termo que renovou e atualizou a web, promovendo uma maior interação de usuários na internet, as empresas tem à mão, inúmeras e incontáveis oportunidades de trabalhar as mídias e as redes sociais a favor dos objetivos de sua organização.

O alcance é indubitável, com um bom planejamento estratégico e definindo-se o público-alvo a ser atingido as empresas promovem e até aumentam suas vendas e de quebra, ainda conseguem uma maior participação e conhecimento do público consumidor, um elo fundamental para qualquer empresa que quer prosperar no mercado atual.

Twitter, facebook, blogs e outras redes são integradas por quem sabe como fazer comunicação e utilizá-la a favor da empresa. Uma empresa de intercâmbio, por exemplo, criou um blog convidando pra fazer as postagens, ninguém menos que os próprios intercambistas. A repercussão desse posicionamente gerou mais de 6000 seguidores em poucos meses e diariamente o responsável pelo twitter da organização divulga através do mesmo os novos posts. E não para por aí, há promoções pra quem viajar, quem já foi e voltou pode deixar depoimento e até fazer um bate-papo com os futuros intercambistas. Enfim, um excelente exemplo de como estabelecer uma relação saudável com o público de forma barata e eficiente.

Porém é necessário ter cuidado. Como a repercussão na internet é certa o uso deve ser planejado e um objetivo traçado. O quê e quem eu quero atingir com o uso dessas redes? Algumas pessoas as usam erronamente causando danos significativos junto ao público, consequentemente perdendo credibilidade, fator ímpar para o sucesso de uma empresa. As dúvidas sobre quanto a usar a internet para divulgar produtos e serviços e aproximar clientes junto à organização nem sempre são fáceis de se esclarecer.

Será que vamos ter muitos seguidores? Por onde começar? Será que essa rede social é utilizada pelo público que quero atingir? Aí entra a pesquisa, é claro. Uma combinação de fatores comunicacionais e estratégicos é essencial para o êxito da missão de adentrar a web 2.0 com suas novas tecnologias. Quem não se arriscar, talvez não perca, mas com certeza também não irá ganhar. Afinal seus concorrentes podem aproveitar a oportunidade e fazer bonito. Lembre-se do dizer popular que alerta “Quem não arrisca, não petisca”.

Por Mariana Oliveira  (http://www.toptalent.com.br/)


Conceito de Comunicação

Do latim “communicare”, comunicação significa pôr em comum, conviver. Este “pôr em comum” implica que transmissor e receptor estejam dentro da mesma linguagem, caso contrário não se entenderão e não haverá compreensão. Assim, comunicação deve levar consigo a ideia de compreensão.

Empresa – Produto – Público, são os principais intervenientes no processo de comunicação publicitária. Conforme o grau de interacção entre aqueles três elementos assim se classificarão as diferentes técnicas de comunicação. Ao longo dos tempos os especialistas sempre associaram os métodos publicitários às técnicas de comunicação utilizadas.

Aceita-se cada vez mais o princípio de que há um paralelismo entre a evolução do conceito de publicidade e o modo de comunicar. Isto é, sendo o técnico de publicidade um “comunicador”, ele sempre procurou transferir para a publicidade os processos e meios de comunicação próprios de cada época.


Campanhas criativas


E o futuro, definitivamente CHEGOU!

Bonito é pouco para definir esta escultura cinética feita pela ART+COM para o BMW Museum. Foram usadas 714 pequenas esferas de metal, presas por finos fios de aço, cada um controlado individualmente por motores, cobrindo uma área de seis metros quadrados.

No começo, as esferas se movem de forma caótica, evoluem para outras linhas até traçar o perfil de vários modelos de automóveis da empresa. São cerca de sete minutos de duração. A tecnologia utilizada é da empresa MKT.

O Museu BMW é um projeto conjunto entre ART+COM (design de mídia espacial, instalações interativas) e o Atelier Brückner (arquitetura e projetos para exposições).

A música é do grupo new age Llewellyn, CD Mysts Of Avalon, faixa “Queen Of The Moon”.


Imagens do dia

Bebê com anúncios

E… os Simpsons!


Save Paper, Save the Planet

Campanha da WWF, apelando ao consumo de papel para preservar a floresta amazónica.


Zoo Bus!

Campanha da Packsaddlled Y&R para o Zoo de Copenhaga na Dinamarca

 


Hino Nacional da Publicidade


Haha


Eleições 2010: O que as empresas têm para aprender com as campanhas digitais?

Candidatos irão reforçar suas campanhas nas redes sociais e muitos exemplos de sucessos e fracassos serão vistos, e quem sabe as boas iniciativas aproveitadas.

A web 2.0, que tem como sinônimo a transparência e a forte ligação entre as pessoas promete ser este ano palco também das eleições brasileiras. A exemplo do sucesso obtido nas eleições dos Estados Unidos, os candidatos brasileiros já começaram uma forte migração para as mídias sociais. E em todo este cenário, veremos muitas iniciativas de marketing digital de sucessos e fracassos nos próximos meses, que poderão ser aproveitadas e até servir de exemplo ao mundo corporativo. Segundo Claudio Torres, consultor, palestrante, especialista em marketing digital e autor do livro “A Bíblia do Marketing Digital”, as empresas têm muito a aprender com as campanhas digitais das eleições. “Se citarmos o exemplo da campanha Barak Obama, são muitas as lições que as empresas podem tirar deste tipo de marketing digital. A campanha de Obama mostrou que ter foco nas pessoas, envolvê-las e apoiá-las, usando as mídias sociais dá bons resultados. Mostrou também que é preciso criar fãs da marca, pois são estas pessoas que apóiam e defendem os interesses da empresa, quando ela precisa. Para isso é precisos dar mais valor ao relacionamento com os consumidores e ser transparente”, afirma Torres.

Outra lição fundamental para as empresas é a necessidade de ter visão e coragem para agir antes dos concorrentes. Muitas empresas ainda estão esperando para entrar nas mídias sociais, justificando que seu mercado e seus concorrentes ainda não utilizam a Internet em ações de marketing. Para Torres, Obama fez justamente o oposto quando teve coragem de usar fortemente as mídias sociais, ignorando seus concorrentes, e agindo antes deles. “Enfim, ser social, acreditar no relacionamento e na transparência são algumas lições que as empresas podem tirar do efeito Obama e das campanhas de marketing político digital”, complementa. No caso específico da política brasileira é ainda precoce afirmar que o efeito Obama surtirá o mesmo resultado se adaptado a Dilma, Serra e demais candidatos as eleições. Para Torres, que tem ministrado cursos por todo o Brasil para políticos, assessores e outros profissionais envolvidos em campanhas, o efeito Obama não deve se repetir no Brasil. “O que Obama fez nos Estados Unidos pode servir como ensinamento para as campanhas no Brasil, mas não é diretamente aplicável. O eleitor americano é muito diferente do eleitor brasileiro. O engajamento é diferente e a participação política também. Não podemos esquecer que nos Estados Unidos a política e o engajamento fazem parte do dia a dia dos americanos e que o envolvimento nas campanhas começa muito antes, com as prévias”, explica o especialista em Marketing Digital.

No caso do Brasil, a campanha política dura três meses e o eleitor não tem a mesma tradição de engajamento em campanhas eleitorais como os americanos. Além disso, o especialista chama a atenção para as condições socioeconômicas presentes nos Estados Unidos na época da campanha de Barack Obama, assim como o carisma do próprio candidato, que contribuíram muito para sua vitória. “Eu costumo dizer que Obama não foi eleito por causa das mídias sociais, mas não teria sido eleito sem elas. Neste quadro, os candidatos têm que perceber que há sim o que aprender com o efeito Obama, mas é um erro simplesmente copiar suas estratégias. No Brasil os internautas são muito atuantes, presentes nas mídias sociais, e participativos, e é isso que o candidato tem que aproveitar. É preciso entender profundamente o internauta brasileiro para poder desenvolver uma estratégia nas mídias sociais e ter sucesso com elas nestas eleições”, ressalta Torres. Para Andrea Dunningham, diretora do iDigo, um Núcleo de Inteligência Digital, com capacitações para quem necessita aumentar seus conhecimentos nas novas tecnologias de internet, o case do Obama serve de exemplo para praticamente todas as ações, sejam na política ou nos negócios. Porém, é importante lembrar que Obama não fez nada sozinho. “O atual presidente dos Estados Unidos investiu pesado nas redes, contando com uma equipe de 40 pessoas, dentre elas excelentes estrategistas digitais, já habituados com as redes e o comportamento dos usuários.

Acredito que Dilma e Serra também inspirem políticos pelo país afora, mas não podemos ainda dizer se o trabalho deles nesta área servirá de exemplo, embora eles estejam acertando em diversos pontos. Uma coisa importante que os dois pré-candidatos já estão fazendo é buscar trazer um lado mais pessoal para seus perfis no Twitter, e isso é bem visto pelas pessoas”, comenta. No palco das eleições 2010, as plataformas mais utilizadas serão, segundo Claudio Torres, o Youtube, Twitter, Orkut e Facebook, além de blogs. As plataformas móveis, os smartphones, também devem ter destaque nesta campanha. Existem inúmeras outras plataformas de mídias e redes sociais, mas os candidatos têm devem conhecer sua região e o seu eleitorado antes de priorizar outras plataformas e redes sociais. É preciso estar onde o eleitor estiver, mas trabalhar em muitas plataformas pode ser caro e ineficiente. Já Andrea, da iDigo, acredita que a tendência é encontrarmos uma certa variedade de ações inspiradas tanto em cases de sucesso de empresas que trabalham suas marcas nas mídias sociais quanto em estratégias adotadas por políticos de fora do Brasil. “Entre as principais estratégias, esperamos ver ações para celular, uma adesão cada vez maior dos políticos no Twitter, bastante inspirada na entrada este ano de José Serra e Dilma Rousseff , ações no Facebook e em comunidades no Orkut mobilizando voluntários”, complementa. A busca pelo eleitorado 2.0 As mídias sociais são basicamente uma mídia de relacionamento, e portanto os candidatos terão que conversar com o eleitor, e não somente falar algo para ele. É preciso ouvir, debater, contar histórias e informar o eleitor através das mídias sociais. Tudo isso ao mesmo tempo, para que o candidato possa ser entendido, apreciado e por fim escolhido pelo eleitor, que dará seu voto a ele, segundo aconselha Claudio Torres, especialista em Marketing Digital. “Falando de estratégias, primeiro o candidato tem que ter uma mensagem clara para o eleitor. Eu digo em meus seminários que quem construir uma mensagem clara, objetiva, e que possa ser facilmente compreendida, terá uma grande vantagem nas mídias sociais. Com esta mensagem clara, pode-se partir para o marketing de conteúdo, ou seja, o desenvolvimento de uma série de temas de interesse do eleitor, utilizando blogs próprios do candidato, que servirão de base para todas as outras estratégias.

O conteúdo é fundamental para desenvolver o relacionamento e utilizar a segunda estratégia – o marketing nas mídias sociais”, relata Torres. Outra estratégia que deve ser usada é o monitoramento do acesso ao site do candidato e das mídias sociais. Somente com o monitoramento é que se pode reagir e tomar decisões com a velocidade necessária. Com as mídias sociais o candidato poderá também expandir sua cobertura geográfica e trabalhar com voluntários em diversas regiões de seu estado, misturando ações da internet com ações convencionais de campanha. Se tratando da gestão de toda a campanha, o modelo tem que partir do um conceito básico, segundo orientação de Torres. “Estamos falando de comunicação social e não de publicidade e propaganda. Portanto, é preciso montar uma equipe focada em se comunicar e estabelecer relacionamentos, e por se tratar de um tema bastante complexo é preciso muito planejamento, principalmente considerando que a campanha tem somente 13 semanas.” O especialista aponta como ideal uma equipe descentralizada e ágil o suficiente para permitir que se acompanhe o ritmo das mídias sociais, garantindo o controle diretamente ao candidato e a gestão de crise.

A equipe de mídias sociais deve ser independente das demais equipes de campanha, liderada por pessoas experientes em mídias sociais, e com apoio de consultores externos que possam apoiar o processo de rápida tomada de decisão necessária ao seu funcionamento, uma espécie de coaching. Esta equipe deve ter diversas células autônomas de trabalho, operando de forma independente, mas fortemente integradas. O candidato deve montar uma equipe com cerca de 6 células : uma célula para cuidar do conteúdo dos blogs e do contato com os blogueiros; outra para cuidar da conversa nas redes sociais, como Twitter, Orkut e Facebook; outra para monitorar o conteúdo das mídias sociais, providenciando as respostas aos questionamento e dúvidas do eleitorado; outra para a edição e disponibilização de conteúdo multimídia, como vídeos, imagens e podcasts; e uma outra para as campanhas virais nas mídias sociais. Por fim, a célula externa, acompanha o candidato e produz material multimídia para todas as outras.

O comitê de crise deve estabelecer critérios e planejar ações para as crises que ocorrerão nas mídias sociais, causadas por ataques de adversários e por informações negativas sobre o candidato que circulam nas mídias sociais. Caberá a este comitê julgar quando reagir, qual o tipo de reação e quando deve acionar o próprio candidato para que ele responda pessoalmente a eventuais ataques. “Neste modelo de gestão descentralizado é possível ter a agilidade necessária nas mídias sociais e manter um controle sobre o conteúdo e o impacto do trabalho na campanha”, conclui Torres.

Fonte: http://www.imagineseusite.com.br


Identifique o logo

Veja se você consegue identificar a quais empresas esses logotipos pertencem e perceba a importância dessa ferramenta que marca presença ultrapassando gerações!

Abaixo, logos trocados! Será que mesmo assim conseguimos identificá-los?


Mais Evoluções

Mais exemplos de logotipos que foram mudando no decorrer dos anos:

As empresas tem que continuamente renovar-se, além de criar e manter a marca da empresa, seu logotipo.

Conforme o tempo passa, mudam os costumes e mudam os gostos de estilo e design. 

Definitivamente, as empresas e seus logotipos estão caminhando para a simplicidade: quanto mais simples um logotipo, mais fácil as pessoas lembrarem dele - e é isso o que importa.


Anúncios antigos

Muito interessantes! Vale a pena conferir:

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A importância da sua empresa ter um Site

“Um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado.

O Brasil é o país que apresenta maior crescimento, atualmente, no que toca à usuários de Internet. Relativamente, este crescimento é maior até mesmo que o dos Estados Unidos. Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site “bonitinho” e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está “engatinhando” no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.

Não é mais possível pedir ao “sobrinho de seu amigo que entende de computador” para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível.

Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Por quê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no “design” da página.

Pessoas ligadas a área de comunicação afirmam, hoje, que as empresas que não aderirem logo a esta nova mídia tendem a perder mercado e, no futuro, podem vir a ter seus negócios seriamente prejudicados…”

Fonte: http://www.administradores.com.br/


A importância da comunicação

O mundo em que estamos vivendo é influenciado pelas tecnologias desenvolvidas e novas necessidades sugeridas. C.E.O.s de grandes companhias trabalham um modelo inovador que tem como base a falta de conhecimento dos consumidores de suas próprias necessidades. Essa filosofia sintetiza-se na frase “Os consumidores não sabem do que precisam”. E o papel das grandes corporações é justamente desenvolver e apresentar ao consumidor produtos e serviços que até então ninguém sabia que precisava. Essa estratégia se mostra eficiente pelo comportamento do consumidor que a partir do primeiro contato não consegue mais se ver sem o produto ou serviço. Um exemplo prático disso é o lançamento do iPad da Apple que em apenas vinte e oito dias vendeu um milhão de dispositivos. O grande entusiasmo dos early adopter engajados através de ações estratégicas de marketing (divulgação antecipada, exclusividade de acesso, etc) disseminam para maioria dos consumidores a nova necessidade. Esse modelo trabalha aspectos complementares que estão na base da sociedade da informação:

  • Ansiedade característica da geração da era da informação
  • Necessidade de diferenciação e exclusividade
  • Status atrelado a elementos tecnológicos
  • Comunicação instantânea de massa
  • Redes sociais.

O papel da comunicação na cadeia de produção do consumo é sem dúvida um dos mais importantes e por isso precisamos ter bem claro o funcionamento dessa mecânica. Somos responsáveis por uma das fases mais importantes para que todo o sistema funcione redondo. Por isso devemos nos preocupar com a saúde completa do sistema e seus indivíduos. Embora muitas pessoas acreditem que “o sistema” é o mau da humanidade e a causa de todos os males. Precisamos dessa mecânica para sustentar nossa existência e evolução. Mas devemos sim nos preocupar com a metodologia aplicada a essa engrenagem que deve nos servir. E não nos subjugar ou destruir. Hoje já é possível construir um modelo baseado no consumo que seja saudável para todos os envolvidos. No vídeo abaixo podemos ver em detalhes toda a cadeia construída ao logo dos últimos anos, para quem conseguir assistir o vídeo completo, apesar de pesado, vai conseguir ter uma visão ampla da velha cadeia de produção e a revolução que está sendo introduzida com a iniciativa de pessoas em todas as áreas de intervenção.

Fonte: http://www.midiadigitalblog.com.br/


Redes Sociais

As redes sociais tomaram uma proporção astronômica e o Brasil é um dos países que mais acessam essas redes.

Saiba mais sobre as causas e consequências dessas mídias…


A importância do planejamento estratégico na comunicação

Primeiramente é importante notar o quanto é importante toda empresa investir em comunicação.

Sua importância é igual (as vezes ate´maior ) do que a empresa de contabilidade, que certamente a empresa contrata (e pouco contestam sua importância). Já publicidade, por ser um serviço mais “abstrato” (mas não menos importante), as vezes é ignorada e desvalorizada.

O que é um enorme erro e engano. Pois tanto a marca, como os serviços/produtos precisam de divulgação. Analisando-se anúncios publicitários e serviços de design podemos observar que há uma infinidade de objetivos que as marcas propõe. Por exemplo:

- Comunicar ao mercado sobre a existência de um novo produto
- Explicar como um produto funciona
- Informar sobre atributos e benefícios novos ou desconhecidos
- Sugerir novos usos
- Corrigir falsas impressões/ modificar a percepção que o consumidor tem da marca / ou produto
- Reduzir receios dos consumidores
- Desenvolver uma imagem
- Persuadir o consumidor à compra imediata
- manter a consciência da marca
- Lembrar o consumidor da existência da marca
- Lembrar os compradores onde comprar
- Desafiar usuários de marcas concorrentes a experimentarem o produto….

Fonte: http://blog.bencom.com.br/2009/02/07/a-importancia-do-planejamento-estrategico-da-comunicacao/


Um pouco sobre diagramação

De acordo com o Wikipédia, “Diagramação (ou paginação) é o ato de diagramar (paginar) e diz respeito a distribuir os elementos gráficos no espaço limitado da página impressa ou outros meios. É uma das práticas principais do design gráfico, pois a diagramação é essencialmente design tipográfico. Entre as diretrizes principais da diagramação podemos destacar a hierarquia tipográfica e a legibilidade. A diagramação é aplicada em diversas mídias como jornais, livros, revistas, cartazes, sinalização, websites, inclusive na televisão. (…) No caso de um jornal, a diagramação segue os objetivos e as linhas gráficas e editoriais desse impresso. As principais linhas editoriais para a diagramação incluem a hierarquização das matérias por ordem de importância. Já as considerações gráficas incluem legibilidade e incorporação equilibrada e não-obstrutiva dos anúncios. Essas características de design tipográfico compõem o design de jornais.”

Já no site Design Gráfico – Comunidade Brasileira de Design (http://www.designgrafico.art.br/comapalavra/linguagemeditorial.htm), fala-se sobre alguns fundamentos importantes da diagramação, salienta sua relação direta com o Design Gráfico e a importância de conhecimentos específicos para bons resultados:

“Assim como a composição gráfica pode ajudar a construir pode, também, destruir o conjunto editorial. Um bom projeto gráfico editorial é aquele que conduz os olhos dos leitores sem se tornar o elemento principal daquela página. Sem interferir na qualidade da leitura. As imagens, o tamanho das fontes tipográficas, a posição de títulos, retículas, boxes, fios, enfim, todos os elementos visuais devem ser perfeitamente pensados e posicionados com o objetivo de atender a uma necessidade editorial.

Esse conjunto gráfico deve ser o espelho de um determinado tipo de público para o qual aquelas matérias estão sendo feitas, principalmente no caso de revistas segmentadas. A busca de um equilíbrio entre a informação visual e a informação textual, um design que não se imponha às vistas de seu público gritando suas formas e cores, deve ser a finalidade principal do designer gráfico no momento do desenvolvimento de seu trabalho.

Mas esse “design invisível” que comunica com perfeição e que leva os olhos do leitor pelos caminhos desejados por um editor sem se tornar a força maior da página, não é algo fácil ou simples de ser alcançado. Existem vários elementos de construção gráfica que devem ser observados no momento da criação de um projeto ou na hora da sua diagramação. São eles:

Geometrização
Deve-se privilegiar os pontos de visão direta e visão periférica com as informações principais da matéria. A fotografia tem uma grande importância no traçado geométrico de uma página. Os olhos das pessoas caminham pela página de acordo com a força visual de cada elemento apresentado na diagramação. Esse traçado geométrico feito, inconscientemente, pelos olhos transmite ao cérebro informações de caráter sinestésico, além de facilitar ou dificultar o entendimento geral.

Gestalt
O contraste entre “figura e fundo” do conjunto gráfico. O equilíbrio entre áreas com e sem informação deve ser bem observado. Esses espaços em branco funcionam como área de respiro para uma página ajudando o ritmo de leitura. Essas áreas de descanso visual devem ser usadas de acordo com a necessidade editorial de um assunto, além de representar os anseios estéticos de um determinado público. Faixa etária, sexo, nível social e cultural, além dos assuntos a serem abordados, podem indicar como essas áreas de respiro devem ser usadas, em que quantidade e onde.
 
 
Um detalhe colorido em uma fotografia pode destruir a linha de leitura de uma página
 
    
Tipografia
A escolha tipográfica é de grande importância no resultado final de um impresso. Essa escolha pode ser a responsável pela falta de vontade de terminar a leitura de uma matéria. Algumas características gráficas das letras podem dificultar muito a leitura e, conseqüentemente, a assimilação do conteúdo.

Existe uma sinestesia tipológica que deveria ser pensada, analisada, pesquisada e usada. Infelizmente a preocupação com o conjunto tipográfico de uma publicação é uma questão pouco valorizada pela grande maioria dos impressos nacionais.

Cores
O uso das cores de forma errada pode fazer com que o leitor se interesse em primeiro lugar por uma matéria que não é tão importante. Deve-se observar não somente a cor que se deseja usar mas sua localização na página e quantos segundos de percepção são necessários para sua assimilação pelo cérebro, assim como, quanto tempo uma pessoa ficará com seus olhos fixos nela. Esses tempos são de grande importância e influenciam diretamente na comunicação visual e textual. Um detalhe colorido em uma fotografia pode destruir a linha de leitura de uma página caso essa imagem tenha sido posicionada sem levar em conta essas questões acima mencionadas.

Na grande maioria dos impressos atuais, principalmente os jornais diários, as cores são usadas como um elemento facilitador na localização das editorias, mas dificilmente os designers, diagramadores, criadores de projetos gráficos se preocupam, no momento de posicionar uma imagem, com o que as suas tonalidades são capazes de fazer com a seqüência de leitura e, principalmente, com o que aquela cor pode transmitir.

As cores, dentro do conjunto visual de uma página, deveriam ser mais um elemento a ajudar na seqüência de leitura desejada pelo editor. Mas essa também é outra questão pouco observada na mídia impressa nacional de um modo geral.

Equilíbrio
A assimetria ou simetria excessiva de uma página também pode afastar o interesse imediato e dificultar a leitura geral. O uso de uma diagramação simétrica é quase que um padrão nos impressos atuais e a assimetria é tida, muitas vezes, como erro ou desequilíbrio. Mais uma vez devia-se levar em conta o perfil gráfico do leitor para o qual a publicação está sendo editada e somente assim determinar se o simétrico é realmente o mais correto. Existem públicos com preferências estéticas totalmente assimétricas e que acabam não se identificando com uma diagramação excessivamente simétrica.”


O que é o folder?

Folder é o nome que é utilizado no Brasil para designar um tipo de impresso
publicitário parecido com o flyer, só que com dobras.
Um sinônimo perfeito em portugal é Prospecto.

O folder é utilizado quando se quer passar uma grande quantidade de informações,
ou então quando se faz necessário dar uma aparência estética a alguma mensagem
publicitária.
Dependendo do tamanho do papel é possível fazer um grande número de dobras.

Algumas pessoas confundem o folder com o panfleto, embora semelhantes o folder
é o impresso que possui no mínimo uma dobra ou ilustrações, enquanto o folheto
pode conter ilustrações mas não é dobrado.

O folder é dobrado conforme a seqüencia dos argumentos, a capa contém o
chamado principal, o qual deve despertar a curiosidade para a abertura do mesmo.

Ao abrir a primeira dobra observa-se o detalhamento do que a capa anuncia,
mostra-se os detalhes da capa, normalmente cada divisão de assunto coloca-se
numa dobra interna, concluindo-se a mensagem ainda na parte interna.

A última dobra (externa) fica em geral reservada para os dados como endereço,
telefones, e-mails e outras informações como espaço para inclusão dos
distribuidores, representantes, mapas de localização e outras informações de contato.

Também utilizamos o termo folder para designar o catálogo/prospecto impresso na
frente e no verso, sem dobra, mas com as características de distribuição das
informações semelhantes ao folder dobrado, ou seja, um chamado inicial e um
breve resumo, preferêncialmente com ilustrações/fotos na frente e no outro lado
(verso) segue-se com as informações técnicas, descrições em detalhes e espaço
para distribuidores, pontos de venda, representantes e endereços da fábrica ou do
prestador do serviço em divulgação.

O folder é dividido em dois grupos: o Institucional e o Promocional.O Folder
Institucional apresenta a empresa ou o profissional como um todo.

O Folder Promocional é o que usamos para a divulgação de preço, vantagens
e informação direta dos produtos ou serviços.

Podemos também produzir o folder institucional e o promocional juntos, mas é
preciso tomar cuidado para não sobrecarregar com informações que podem
prejudicar a marca ou perder o foco e o objetivo da divulgação.

Os folders são uma ferramenta poderosa para a comunicação, mas necessitam
de layout (arte), impressão e acabamento profissional para produzirem o
retorno adequado do investimento.

Fonte: http://blog.bencom.com.br/2009/12/06/folder/


Algumas frases Publicitárias

“Barulho não prova nada. Uma galinha bota um ovo e cacareja como se estivesse botado um asteróide.”
- Mark Twain

“Você pode reconhecer os ideais de uma nação pelas suas propagandas.”
- Norman Douglas

“Ver um assassinato na televisão pode ajudar as pessoas a se livrarem gradualmente de seus conflitos. E se você não tem nenhum conflito, os comerciais te darão alguns.”
- Alfred Hitchcock

“A propaganda é um fator econômico valioso porque ela é o meio mais barato de se vender bens, especialmente se os bens não valem nada.”
- Sinclair Lewis (1885 – 1951)

“Sim, eu vendo coisas às pessoas que elas não precisam. Não posso, no entanto, vender a elas algo que elas não queiram. Mesmo com propaganda. Mesmo se eu estivesse decidido a fazê-lo.”
- John O’Toole

“O valor de um anúncio é inversamente proporcional ao número de vezes que ele foi usado.”
- Raymond Rubicam


Mais Publicidade Interessante

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